"Oh, God, my chance has come at last"."
- The Smiths é uma banda incrivelmente fantástica, clássica dos anos 80. Em qualquer aparelho meu que toque música não podem faltar "This Charming Man", "Ask". "How soon is now?", "The boy with the thorn in his side", "Bigmouth Strikes Again" e segue a lista... Mas, claro, a mais especial é a digníssima "There is a light that never goes out".
- A vontade de viver que essa música me dá é uma daquelas coisas que são difíceis de explicar, mas fáceis de sentir. Quando o dia fica meio cinza, eu aperto o play. Quando o ônibus demora, eu aperto o play. Quando estou entediada, eu aperto o play. Quando eu desejo que coisas boas aconteçam, eu aperto o play.
"Take me out tonight, w
E se eu tivesse listado todos os motivos, acredito que o próximo seria o 1001º, aquele que faz a diferença, que acrescenta unidade ao número: total e completa influência do meu pai. Ele não sabia inglês, e suas músicas favoritas eram essa e Just Like Heaven, do The Cure. Gostava de bandas e músicas inenarráveis por puro instinto. Hoje as mesmas são as minhas maiores válvulas de escape para suprir a falta que ele me faz, é como se ele estivesse presente em cada verso cantado, em cada significado. Como uma vez disse uma sábia amiga para mim: "ele é a sua luz que nunca se apaga". Essa é a maior verdade. Ele é a minha intensidade, a minha incessante vontade.
Sei que pouquíssimos são aqueles que se interessam por leituras em blogs. Os mesmos serão muito bem-vindos. E se gostarem daquilo que escrevo...
A heavenly way to
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